quarta-feira, 28 de novembro de 2007
O que é um portfólio?
A construção e manutenção de um portfólio consistem numa pasta pessoal onde os alunos anexam cada etapa de seu aprendizado referente a uma matéria ou a um curso em geral, imprimindo juntamente com seu crescimento acadêmico sua impressão particular sobre os conteúdos postados.
PLANO DE AULA
Escola:
Disciplina: Geografia
Série: 1ª Turma: Período:
ASSUNTO: Crescimento vegetativo ou natural.
Introdução.
Ensinar os conceitos básicos sobre crescimento vegetativo ou natural do mundo enfatizando a população brasileira, utilizando materiais didáticos para auxiliar uma melhor compreensão dos discentes.
Pré – requisitos necessários para o aluno.
- Interpretação de gráficos e tabelas;
- Noções básicas sobre crescimento, distribuição, condições de vida das populações;
- Fazer levantamento prévio das concepções dos alunos, questionando-os sobre o tema;
- Promover uma exposição dialogada incentivando os estudantes a participarem e comentarem sobre o assunto apresentado,
- Estabelecer relação do assunto com a realidade dos alunos,
Objetivos.
- Discutir o conceito de crescimento vegetativo, taxa de fertilidade e expectativa de vida;
- Apresentar os diferentes níveis de crescimento natural no mundo;
- Conceituar e diferenciar “país velho” e “país novo”;
- Apresentar as importâncias dos aspectos socioeconômicos no crescimento vegetativo;
- Estudar o caso brasileiro no panorama mundial;Desenvolvimento.
- Explicar o que é crescimento vegetativo ( a diferença do número de pessoas que nascem e morrem em determinada porção do espaço p. 47);
- O porquê do ¨velho¨e do ¨novo¨mundo e quais são estes países;
- Identificar através das pirâmides etárias quais são os países desenvolvidos e os países subdesenvolvidos;
- Pedir a releitura (como lição de casa) das páginas 46, 47, 48, 49, 50 e 51 (anexo 1).
Recursos Didáticos
- Quadro negro;
- Livro didático;
- gráficos;
Tempo:
1 aula (50 minutos)
6. Avaliação:
Exercícios de múltipla escolha sobre o assunto abordado
7. Bibliografia:
MOREIRA, João Carlos. SENE, Eustáquio de. Geografia para o ensino médio: Geografia geral e do Brasil. São Paulo. Editora scipione. P. 46 – 52. 2002.
Disciplina: Geografia
Série: 1ª Turma: Período:
ASSUNTO: Crescimento vegetativo ou natural.
Introdução.
Ensinar os conceitos básicos sobre crescimento vegetativo ou natural do mundo enfatizando a população brasileira, utilizando materiais didáticos para auxiliar uma melhor compreensão dos discentes.
Pré – requisitos necessários para o aluno.
- Interpretação de gráficos e tabelas;
- Noções básicas sobre crescimento, distribuição, condições de vida das populações;
- Fazer levantamento prévio das concepções dos alunos, questionando-os sobre o tema;
- Promover uma exposição dialogada incentivando os estudantes a participarem e comentarem sobre o assunto apresentado,
- Estabelecer relação do assunto com a realidade dos alunos,
Objetivos.
- Discutir o conceito de crescimento vegetativo, taxa de fertilidade e expectativa de vida;
- Apresentar os diferentes níveis de crescimento natural no mundo;
- Conceituar e diferenciar “país velho” e “país novo”;
- Apresentar as importâncias dos aspectos socioeconômicos no crescimento vegetativo;
- Estudar o caso brasileiro no panorama mundial;Desenvolvimento.
- Explicar o que é crescimento vegetativo ( a diferença do número de pessoas que nascem e morrem em determinada porção do espaço p. 47);
- O porquê do ¨velho¨e do ¨novo¨mundo e quais são estes países;
- Identificar através das pirâmides etárias quais são os países desenvolvidos e os países subdesenvolvidos;
- Pedir a releitura (como lição de casa) das páginas 46, 47, 48, 49, 50 e 51 (anexo 1).
Recursos Didáticos
- Quadro negro;
- Livro didático;
- gráficos;
Tempo:
1 aula (50 minutos)
6. Avaliação:
Exercícios de múltipla escolha sobre o assunto abordado
7. Bibliografia:
MOREIRA, João Carlos. SENE, Eustáquio de. Geografia para o ensino médio: Geografia geral e do Brasil. São Paulo. Editora scipione. P. 46 – 52. 2002.
Texto: A geografia na escola
O texto nos fala sobre como a educação influenciou na mudança do ideário social ao longo dos mais diversos períodos econômicos. Mostra também que a educação surgiu como instrumento de inserção da concepção burguesa na mente dos novos cidadãos, que antes eram servos. O ensino servia também para assegurar a hegemonia burguesa.
A escola também tem o poder, na visão da burguesia, de que se crie uma comunhão entre os que nascem num mesmo lugar e falem a mesma língua. A língua surge como unidade cultural, ligada a um tempo ( história) e a um espaço (geografia).
É neste contexto que entra a importância da geografia, que acredita que o homem só é homem porque é incluído nem espaço politizado.
O texto ressalta também as várias fases do ensino de geografia, como na geografia tradicional onde o social não era tão importante mas sim os aspectos físicos.
Nos fala sobre as características da Geografia alemã, uma das mais tradicionais escolas do mundo que ensina a geografia, enquanto disciplina, totalmente ligada aos acontecimentos históricos contemporâneos. Um dos marcos do ensino de geografia na Alemanha é a instituição da geografia como acadêmica.
Hoje a geografia, diferentemente da tradicional culmina num discurso relação homem X natureza e homem entre si e se torna necessário o estudo dessas relações sociais já que a ciência geográfica estuda o espaço, tanto o espaço natural como o produzido e ocupado pelas relações sociais.
Sugestão de aula sobre o assunto
Pelo texto ser de cunho histórico mostrando a evolução da educação ao longo dos séculos e a inclusão da geografia enquanto disciplina, seria importante situar os alunos dentro do tempo ( história) em que ocorreram essas mudanças.Através de mapas situar o espaço onde ocorreram essas mudanças e quais eram os contextos históricos e políticos dos países ocorreram.Para não parecer um assunto tão alheio a nós, sugerir aos alunos uma breve e simples pesquisa sobre a história da educação no Brasil e a instituição da geografia como disciplina em nossa sociedade. Solicitar uma inter-relação da geografia como disciplina em nossa sociedade. Solicitar uma inter-relação entre as mudanças européias no quesito “escola” e quais foram as repercussões no Brasil.
FONTES, R. M. P. do A. Da geografia que se ensina à ciência da geografia moderna. Florianópolis: UFSC, 1989.
A escola também tem o poder, na visão da burguesia, de que se crie uma comunhão entre os que nascem num mesmo lugar e falem a mesma língua. A língua surge como unidade cultural, ligada a um tempo ( história) e a um espaço (geografia).
É neste contexto que entra a importância da geografia, que acredita que o homem só é homem porque é incluído nem espaço politizado.
O texto ressalta também as várias fases do ensino de geografia, como na geografia tradicional onde o social não era tão importante mas sim os aspectos físicos.
Nos fala sobre as características da Geografia alemã, uma das mais tradicionais escolas do mundo que ensina a geografia, enquanto disciplina, totalmente ligada aos acontecimentos históricos contemporâneos. Um dos marcos do ensino de geografia na Alemanha é a instituição da geografia como acadêmica.
Hoje a geografia, diferentemente da tradicional culmina num discurso relação homem X natureza e homem entre si e se torna necessário o estudo dessas relações sociais já que a ciência geográfica estuda o espaço, tanto o espaço natural como o produzido e ocupado pelas relações sociais.
Sugestão de aula sobre o assunto
Pelo texto ser de cunho histórico mostrando a evolução da educação ao longo dos séculos e a inclusão da geografia enquanto disciplina, seria importante situar os alunos dentro do tempo ( história) em que ocorreram essas mudanças.Através de mapas situar o espaço onde ocorreram essas mudanças e quais eram os contextos históricos e políticos dos países ocorreram.Para não parecer um assunto tão alheio a nós, sugerir aos alunos uma breve e simples pesquisa sobre a história da educação no Brasil e a instituição da geografia como disciplina em nossa sociedade. Solicitar uma inter-relação da geografia como disciplina em nossa sociedade. Solicitar uma inter-relação entre as mudanças européias no quesito “escola” e quais foram as repercussões no Brasil.
FONTES, R. M. P. do A. Da geografia que se ensina à ciência da geografia moderna. Florianópolis: UFSC, 1989.
Texto: Como escolher e organizar as atividades de ensino
Qual a forma de lecionar esse texto que não seria efetiva de jeito nenhum?
Não acredito que esse tipo de texto possa ser apresentado em forma de debate pois ele nos dá um estilo de leitura passo a passo, o título mesmo nos diz: como fazer..., portanto em forma de debate onde dois grupos são oponentes discutindo o texto, este perde seu sentido de orientador, de “manual” das atividades de ensino.
BORDENAVE, J.D; PEREIRA, A. M. Estratégia de Ensino-Aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1994.
Não acredito que esse tipo de texto possa ser apresentado em forma de debate pois ele nos dá um estilo de leitura passo a passo, o título mesmo nos diz: como fazer..., portanto em forma de debate onde dois grupos são oponentes discutindo o texto, este perde seu sentido de orientador, de “manual” das atividades de ensino.
BORDENAVE, J.D; PEREIRA, A. M. Estratégia de Ensino-Aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1994.
As transformações da Geografia no Brasil: Pesquisa, Ensino e formação do professor.
O texto mostra as transformações da Geografia no Brasil, e o desenvolvimento na pesquisa, ensino e formação do professor.
A fundação da Faculdade de Filosofia da USP, em 1934 e do Departamento de Geografia, em 1946, teve papel fundamental no desenvolvimento da ciência geográfica do país.
Antes da fundação da USP, não existia no país o bacharel e professor licenciado em Geografia, eram professores de Geografia acadêmicos de Direito, engenheiro,médicos e seminaristas.
A Geografia surgiu como auxiliar da História. Desenvolveu-se com o crescimento da produção científica baseada em trabalhos de campo, realizados junto com os estudantes, acoplados à literatura geográfica de origem francesa ou alemã. Já em 1942 existiam três cátedras no curso: Geografia Humana, Geografia Física e Geografia do Brasil.
Em 1957, o curso de História e Geografia da USP passou a ser subdividido em dois, podendo optar por História ou Geografia.
Para o ensino médio o Boletim Geográfico, com distribuição por todo o território nacional, através das Agências e Delegacias do IBGE, sendo um dos primeiros a se preocupar com Ensino de Geografia.Para compreender o que os professores franceses trouxeram para o Brasil com a Geografia, era necessário entender em termos de estudos geográfico o que acontecia na Europa no século XIX.
Para Friedrich Ratzel, antropólogo alemão, responsável pela propagação das idéias deterministas que consideravam a grande influência do meio natural sobre o homem. Durante o século XIX a discussão da Geografia na Europa, concentrou-se na Alemanha, mas no final deste mesmo século o pensamento geográfico encontrou o seu espaço.
Vidal de La Blache fundou a escola francesa e deslocou o eixo da discussão geográfica da Alemanha para França. Realizando a crítica a Geografia determinista de Ratzel e criou o possibilismo, onde a Geografia deveria estudar a relação homem-natureza na perspectiva da paisagem.
No Brasil na década de 70, tiveram expressão em trabalhos realizados pela Fundação IBGE.
A Geografia teórica-quantitativas, explicava a realidade social, de modelos originários da ciência física e biológica, numa perspectiva funcional.
Esta Geografia teorética não teve repercussão nas escolas de 1º e 2º graus, no entanto, medidas ligadas à política educacional no país, que vivia em regime militar, onde os livros de Geografia eram desviados, empobrecidos em seu conteúdo, desvinculados da realidade então vivida e ainda mais descaracterizada pelas propostas de Estudos Sociais.
Bibliografia
PONTUSCHUKA, N.N. A Formação Pedagógica do Professor de Geografia e as Práticas Inter-disciplinares. São Paulo, 1994. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação da USP.
A fundação da Faculdade de Filosofia da USP, em 1934 e do Departamento de Geografia, em 1946, teve papel fundamental no desenvolvimento da ciência geográfica do país.
Antes da fundação da USP, não existia no país o bacharel e professor licenciado em Geografia, eram professores de Geografia acadêmicos de Direito, engenheiro,médicos e seminaristas.
A Geografia surgiu como auxiliar da História. Desenvolveu-se com o crescimento da produção científica baseada em trabalhos de campo, realizados junto com os estudantes, acoplados à literatura geográfica de origem francesa ou alemã. Já em 1942 existiam três cátedras no curso: Geografia Humana, Geografia Física e Geografia do Brasil.
Em 1957, o curso de História e Geografia da USP passou a ser subdividido em dois, podendo optar por História ou Geografia.
Para o ensino médio o Boletim Geográfico, com distribuição por todo o território nacional, através das Agências e Delegacias do IBGE, sendo um dos primeiros a se preocupar com Ensino de Geografia.Para compreender o que os professores franceses trouxeram para o Brasil com a Geografia, era necessário entender em termos de estudos geográfico o que acontecia na Europa no século XIX.
Para Friedrich Ratzel, antropólogo alemão, responsável pela propagação das idéias deterministas que consideravam a grande influência do meio natural sobre o homem. Durante o século XIX a discussão da Geografia na Europa, concentrou-se na Alemanha, mas no final deste mesmo século o pensamento geográfico encontrou o seu espaço.
Vidal de La Blache fundou a escola francesa e deslocou o eixo da discussão geográfica da Alemanha para França. Realizando a crítica a Geografia determinista de Ratzel e criou o possibilismo, onde a Geografia deveria estudar a relação homem-natureza na perspectiva da paisagem.
No Brasil na década de 70, tiveram expressão em trabalhos realizados pela Fundação IBGE.
A Geografia teórica-quantitativas, explicava a realidade social, de modelos originários da ciência física e biológica, numa perspectiva funcional.
Esta Geografia teorética não teve repercussão nas escolas de 1º e 2º graus, no entanto, medidas ligadas à política educacional no país, que vivia em regime militar, onde os livros de Geografia eram desviados, empobrecidos em seu conteúdo, desvinculados da realidade então vivida e ainda mais descaracterizada pelas propostas de Estudos Sociais.
Bibliografia
PONTUSCHUKA, N.N. A Formação Pedagógica do Professor de Geografia e as Práticas Inter-disciplinares. São Paulo, 1994. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação da USP.
6º série - Livro Didático
A série Geografia da gente, pudemos supor que tem quatros volumes, cada um para ser trabalhados em uma série de quinta à oitava série.
O tema específico desse volume número dois é a água, o meio ambiente e as diversas paisagens.
Analisando o sumário, a autora Ieda Silveira divide o conteúdo em cinco unidades.
A primeira unidade trata de forma simplificada a importância da água para a vida na Terra e problemas ambientais como a poluição.
Já a segunda unidade tanto quanto a terceira, dá ênfase às características físicas que envolvem a água como a hidrografia, as águas subterrâneas e na atmosfera e sempre explicando em que aspecto o homem pode interferir crucialmente no trajeto e pureza das águas.
Já na quarta e a quinta unidade tratam das paisagens mundiais e brasileiras e da quantidade de água que envolve cada uma delas.
O livro abriga muitas fotos, ilustrações e as unidades são bem extensas.Os mapas e os esquemas são de fácil entendimento.
A autora sugere temas para debate, pesquisas orientadas dentro do conteúdo, experiências envolvendo materiais de fácil acesso, e sites a serem consultados etc.
Em todos os capítulos foram inclusas leituras complementares que auxiliam o aluno na inter-relação dos textos lidos e o cotidiano.
Tecemos uma comparação com o livro Geocontexto de Osvaldo Piffer e este último é mais menos extenso, trata dos assuntos mais superficialmente, trata de assuntos de cunho ambiental, econômico e político. Abriga fotos, mapas, gráficos, tabelas de forma clara.
Não tem tantas sugestões de leituras e atividades complementares para os alunos inter-relacionarem temas.
Bibliografia
SILVEIRA, Ieda. A geografia da gente: água, meio ambiente e paisagem. Edição Ática. São Paulo, 2003.
PIFFER, Osvaldo. Geocontexto: geografia para o ensino fundamental. Ed. IBEP. São Paulo, 2005.
O tema específico desse volume número dois é a água, o meio ambiente e as diversas paisagens.
Analisando o sumário, a autora Ieda Silveira divide o conteúdo em cinco unidades.
A primeira unidade trata de forma simplificada a importância da água para a vida na Terra e problemas ambientais como a poluição.
Já a segunda unidade tanto quanto a terceira, dá ênfase às características físicas que envolvem a água como a hidrografia, as águas subterrâneas e na atmosfera e sempre explicando em que aspecto o homem pode interferir crucialmente no trajeto e pureza das águas.
Já na quarta e a quinta unidade tratam das paisagens mundiais e brasileiras e da quantidade de água que envolve cada uma delas.
O livro abriga muitas fotos, ilustrações e as unidades são bem extensas.Os mapas e os esquemas são de fácil entendimento.
A autora sugere temas para debate, pesquisas orientadas dentro do conteúdo, experiências envolvendo materiais de fácil acesso, e sites a serem consultados etc.
Em todos os capítulos foram inclusas leituras complementares que auxiliam o aluno na inter-relação dos textos lidos e o cotidiano.
Tecemos uma comparação com o livro Geocontexto de Osvaldo Piffer e este último é mais menos extenso, trata dos assuntos mais superficialmente, trata de assuntos de cunho ambiental, econômico e político. Abriga fotos, mapas, gráficos, tabelas de forma clara.
Não tem tantas sugestões de leituras e atividades complementares para os alunos inter-relacionarem temas.
Bibliografia
SILVEIRA, Ieda. A geografia da gente: água, meio ambiente e paisagem. Edição Ática. São Paulo, 2003.
PIFFER, Osvaldo. Geocontexto: geografia para o ensino fundamental. Ed. IBEP. São Paulo, 2005.
Análise de coleções de livros Didáticos 5 a 8 séries
Autor: Melhem Adas
1- Conteúdos
Volume 1.
Noções de geografia; na unidade 1 são apresentadas características da Cartografia fazendo que o aluno aprenda a ler e interpretar os mapas; a unidade 2 fala sobre a Astronomia, conceituando horas, dias, semanas, meses e anos. A unidade 3 trata a Geografia Econômica e a unidade 4 trata do aproveitamento econômico e as condições naturais das regiões; além de fornecer noções Geomorfológicas, geológicas e climatológicas com a influência do homem.
Volume 2
Estuda o Brasil; território, população, a sociedade e seus problemas, aspectos físicos, ecológicos, humanos, sociais, históricos e econômicos. Há ênfase nas regiões do país.
Volume 3
Estudo da Geografia do mundo: divisão em continentes, noções da Teoria da Deriva Continental, Placas Continentais, Placas Tectônicas, distribuição de oceanos, a regionalização (países desenvolvidos e subdesenvolvidos) com base histórica. A segunda parte trata especificamente da América, território, regiões, aspectos econômicos, condições naturais, povoamento e destruição do meio ambiente.
Volume 4
Trata do quadro político e econômico do mundo atual que veio se configurando desde o término da Segunda Guerra Mundial.
2- A coleção é baseada na abordagem da Geografia Crítica, principalmente os volumes 2, 3 e 4.
3- O estudo dos conteúdos é bem desenvolvido, contemplando noções básicas de geografia, mundo, América e Geopolítica.
4- A coleção do autor Melhem Adas aborda bem os conteúdos sistematizado-os para um melhor e mais completo aprendizado.
1- Conteúdos
Volume 1.
Noções de geografia; na unidade 1 são apresentadas características da Cartografia fazendo que o aluno aprenda a ler e interpretar os mapas; a unidade 2 fala sobre a Astronomia, conceituando horas, dias, semanas, meses e anos. A unidade 3 trata a Geografia Econômica e a unidade 4 trata do aproveitamento econômico e as condições naturais das regiões; além de fornecer noções Geomorfológicas, geológicas e climatológicas com a influência do homem.
Volume 2
Estuda o Brasil; território, população, a sociedade e seus problemas, aspectos físicos, ecológicos, humanos, sociais, históricos e econômicos. Há ênfase nas regiões do país.
Volume 3
Estudo da Geografia do mundo: divisão em continentes, noções da Teoria da Deriva Continental, Placas Continentais, Placas Tectônicas, distribuição de oceanos, a regionalização (países desenvolvidos e subdesenvolvidos) com base histórica. A segunda parte trata especificamente da América, território, regiões, aspectos econômicos, condições naturais, povoamento e destruição do meio ambiente.
Volume 4
Trata do quadro político e econômico do mundo atual que veio se configurando desde o término da Segunda Guerra Mundial.
2- A coleção é baseada na abordagem da Geografia Crítica, principalmente os volumes 2, 3 e 4.
3- O estudo dos conteúdos é bem desenvolvido, contemplando noções básicas de geografia, mundo, América e Geopolítica.
4- A coleção do autor Melhem Adas aborda bem os conteúdos sistematizado-os para um melhor e mais completo aprendizado.
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